Não foi falta de aviso…

Eu assumo. Li críticas desfavoráveis, ouvi comentários, mas insisti e fui ver com meus próprios olhos e não gostar com minha própria opinião. O amor nos tempos do cólera. O livro é belíssimo, confesso com um muito de vergonha que foi o primeiro de Gabriel Garcia Marquez que li. (Já comecei Cem anos de Solidão, mas foi numa época conturbada da minha vida, e larguei bem no comecinho, nunca mais voltei a pegá-lo.)

Era típico programa de férias: dia 31 de dezembro, matinée no Shopping Barra, 3 primas com suas respectivas filhas, tinha tudo pra ser bom, se o filme prestasse. Começou com a escolha dos atores. Uma história passada no Caribe, e atores latinos (Fernanda Montenegro, inclusive) masss… falando inglês. Agora, vamos combinar: inglês com sotaque, é tolerável quando é encarado como um charme de um personagem. Mas TODOS???… é, no mínimo, angustiante.

A caracterização do figurino, cabelo e maquiagem beira o ridículo. É grotesco, risível. E sem sentido algum, pois Garcia Marquez descreve tudo com uma precisão clínica. Era só seguir à risca, e dava tudo certo.

Sem querer fazer spoiller, a história original é uma história de amor. Um amor que passa décadas não dando certo, e que vai comovendo o leitor a cada página. Mesmo em situações que, sem a poesia da escrita original, seriam recrimináveis, Garcia Marquez apresenta o protagonista como um homem apaixonado e, a seu modo, fiel ao amor da juventude. Já o filme, traduz um Florentino deprimente, e retira todo o lirismo de suas atitudes, deixando à mostra somente o erotismo, e mesmo assim, muito mal apresentado.

Mas pra não deixar esse post completamente pra baixo, vou falar de um outro filme que assisti semana passada e foi uma delícia. Memórias de uma gueixa, de 2005. Pra variar, minha opinião não coincide com a da crítica especializada. Mas eu não tô nem aí. Achei o filme gostoso, delicado, e acima de tudo, esclarecedor sobre o que é mesmo ser uma gueixa. Amei!

Outro gostosinho foi Bee Movie. Eu sou fã de animação… especialmente porque consegue aparentar ser filme de criança e sempre ter uma mensagem bem mais profunda. Fora as sacadinhas geniais que fazem rir demais. A propósito, é o único tipo de filme que prefiro assistir dublado.

Em João Pessoa assistimos A Búlsola de Ouro. Não é dos meus estilos preferidos, mas gostei. Fora o fato de que já se apresenta como “to be continued“. Fazer o quê???

Agora estou na expectativa de Meu nome não é Jhonny, que já ouvi muita gente dizer que é bom. Mas só deve chegar aqui ao mesmo tempo em que chegar às locadoras!!!

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Respondendo…

Aju: Obrigada! E parabéns desde já a você. Curta bastante, mais do que eu curti!!!! Bjo!

Dani: Impossível não fazer uma foto nesse estilo, né? Obrigada… sei que não é fácil, mas vou batalhar!!! Bjoooo

Sah: Respondido (várias vezes) via e-mail. Seja bem vinda, de vez em quando o Pai Google me faz umas boas surpresas! 😉

Grace: É exatamente isso. Deprê pós-formatura. Mas vai passar, né? Sempre passa. E já estou focando no futuro. Deus me ajude!!! Beijo, querida!

Line: Tá aí de preguiça e diz que é culpa da véia… kkkkkkkkkkk E de3ixa eu escrever certo, pelo menos no post de comemoração da graduação!!!

Jady: Não??? Então tá… Vê se não reclama agora!!! Xêrooooo e adorei a companhia hj à tarde. 😉

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