Fatores de resiliência

É interessante como as reações das pessoas aos escritos aqui no blog variam, e como cada um tem seu jeito peculiar de “responder”. Há alguns dias recebi de um amigo que sempre lê e só comenta via e-mail ou pessoalmente, um texto complementar ao que postei aqui, sobre resiliência.

Muito interessante poder medir de alguma forma como desenvolvemos a resiliência. E, considerando que desde sexta-feira estou enfrentando uma grande “intempérie da vida”, uma crise intestinal daquelas, sem motivo – nem emocional – e sem sintomas acessórios (nem vômito, nem febre, nem mais nada), parei pra pensar que preciso me manter de pé, apesar de.

Bom, já dando as explicações que certamente seriam pedidas: não, não foi nada que eu comi. Sim, estou tomando soro caseiro, rehidrat, floratil e muito chá. Sim, já fui à Dra. Gastro, que me examinou detalhadamente, e pediu maisdenãoseiquantos exames – foram 5 guias diferentes e 2 seringuinhas cheias do meu sangue – e ela nem falou que “era virose”. O resultado dos exames sai na quarta-feira, e a única suspeita é de que a dosagem do hormônio da tireóide esteja alta, e alterando o metabolismo a ponto de gerar essa confusão toda.

No meio disso tudo, não fotografei o parto de Letícia, (o hospital não permitiu, blargh!) mas fiz fotos da primeira mamada, do primeiro cocô e da primeira troca de fraldas (que fui eu mesma que troquei!).

Eu e ela… (by mamãe Luiza)

Mas, voltando ao assunto principal desse post…

“A escala (do Dr. George Barbosa) mensura Sete Fatores que constituem a resiliência:

1. A administração das emoções, descrita como a habilidade de se manter calmo sob pressão.

2. O controle dos impulsos, compreendido como a habilidade de não agir impulsivamente e a capacidade de mediar os impulsos e as emoções.

3. Otimismo, a habilidade de ter a firme convicção de que as situações irão mudar quando envolvidas em adversidades e manter a firme esperança de um futuro melhor.

4. A análise do ambiente, descrita como a habilidade de identificar precisamente as causas dos problemas e adversidades.

5. A empatia, revelando a habilidade de ler os estados emocionais e psicológicos de outras pessoas.

6. Auto-eficácia, como a convicção de ser eficaz nas ações.

7. Alcançar Pessoas, a habilidade de se conectar a outras pessoas para viabilizar soluções para as intempéries da vida.

E, para cada fator constitutivo mensurado com escore “abaixo da média”, interpreta-se como uma área sensível da vida. Quando ocorrerem quatro ou mais fatores como escores “abaixo da média”, compreende-se como uma pessoa em situação de risco.

Estes sete fatores foram selecionados por serem concretos e de possível mensuração, podem ser ensinados e melhorados em programas educativos específicos.

E agora, vamos desenvolver resiliência?”

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