O Sol brilhou na noite do Rio

Até parece piada… Mal eu digo que “vou num vim”, aí bate a vontade de escrever. Acho que chegou o momento de calmaria, depois da explosão de felicidade.

Essa semana no Rio me trouxe muuuuuita coisa boa. Encontros e reencontros, boas notícias, e até mesmo um milagre. Queria poder contar tudinho… mas como condensar uma semana mágica em um texto? E sem os olhos (sim, eu falo com os olhos), só com as palavras… ficará sempre faltando um pedaço!!! Mas como não comentei NADA, o que sair hoje é lucro, concordam?

Na quarta-feira, como planejado, fomos (Eu, Mercedes, Alene e Rodrigo) assistir o espetáculo Sol na Boca. Eu sabia que seria bom, afinal de contas, era poesia da Mônica, do Claufe (que eu já tinha lido antes) e eu ia ter o privilégio de conhecê-la! Há dois anos, quando estive no Rio, mal tinha começado a visitar o Fina Flor, e não me senti à vontade pra sugerir um encontro. E só depois que voltei ela comentou aqui: “nem me toquei que vc estava no Rio…” Enfim, era pra ser agora, era pra ser como foi. Foi mágico.

Cheguei no Canequinho, e tinha uma mesa com plaquinha “RESERVADO – ANABEL“. Me senti a própria!!! E ganhar beijinho dela, soprado do palco enquanto cantava… foi mesmo uma noite emocionante.

Surpresa boa foi a poesia de Cláudia Alencar. A mulher é linda, uma atriz excelente, e ainda escreve poesia – e poesia “da boa”. As três mulheres da mesa se entreolhavam, enquanto ela recitava, como quem diz: “essa sou eu!” (Rodamos, depois, váaaaarias livrarias, procurando o Sutil Felicidade, mas não encontramos. Livro de poesia parece que não é o melhor atrativo comercial…)

Reencontrar o Rodrigo também foi ótimo! E melhor ainda foi ver que ele curtiu o show. Sabe quando a gente organiza o programa, e fica com a responsabilidade das pessoas gostarem? As “meninas” (Mercedes e Alene) eu sabia que iam curtir. Mas ele… disse logo: “só vou, porque é pra te encontrar, baiana. Porque esse negócio de poesia... ” pois o bichinho mordeu a língua!!! Adorou o show todo, se divertiu demais, e ainda tirou foto com a Cláudia.

Saímos “no cisco”, depois de todo mundo… e eu com aquela sensação que Chico descreve em Na Carreira: “Hora de embora quando o corpo quer ficar, toda alma de artista quer partir… ir deixando a pele em cada palco e não olhar pra trás e nem jamais, jamais dizer adeus!

Fotos by Alene Lins
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