Culturas híbridas, história da leitura e afins

É, eu acho que vou pirar.

Segunda-feira é a prova teórica do mestrado. E eu sou estressadinha mesmo, todo mundo já sabe.

O agravante da situação atual é que o mestrado é em Letras… e a bibliografia sugerida para a prova é de teóricos que eu JAMAIS vi mais gordos!!! Tá certo que tive 40 dias (desde que saiu o edital) pra procurar os livros, mas só achei um, “A interpretação das Culturas” de Clifford Geertz, e diga-se de passagem, tentei ler, mas não desceu nadinha.

Cacei pela net resumos e resenhas, li um tanto, e posso dizer que não chego lá “zerada”. Mas estou longe de estar preparada como gostaria. E nessas horas não dá pra contar com o despreparo alheio. Tenho que apostar é em mim, mesmo.

Eu sei que tem gente que esconde quando está fazendo uma seleção assim, com receio dos comentários em caso de não-aprovação… mas eu sou assim mesmo, conversadeira, faladeira, e boto logo o caso no mato. Peço ajuda, ao menos no pensamento positivo. E já que não acredito em olho gordo, inveja e afins, tô tranquila quanto a isso.

Já venci a primeira etapa, o funil apertou legal: de 116 candidatos, sobraram 40. E são 18 vagas, o que significa 2 pra 1. Perder agora é “feio”, né? Mas vou dizer a vocês… Se perder agora, tento ano que vem. E no outro, e no outro… enquanto tiver força pra encarar o 27 ou, de preferência, dindin pra ir de carro.

Já que estou falando da vida acadêmica, aproveito pra dizer aqui que a apresentação no Congresso Nacional de História da Mídia foi um sucesso, APESAR dos pesares. Pois é, consegui perder o celular no ônibus que ia pra Niterói, bem antes da minha apresentação. Imaginem como estava a cabeça? E o datashow não ligava, quando ligou travou, apresentei tudo no gogó, e óbvio que não foi da melhor maneira. Mas pelo menos arrumaram o equipamento a tempo de mostrar as fotos e fazer o povo rir com o meu “objeto de estudo”. A atenção e participação dos presentes me disse que foi bom.


Mas sabem de uma coisa? Com tudo isso acontecendo, a seleção de prof. substituto que não deu certo, a seleção do mestrado acontecendo, a participação no congresso, o trabalho na rádio… estou me sentindo VIVA! A falta de dinheiro é algo que vai sendo contornado, com a Graça de Deus e o PAItrocínio… e, melhor de tudo, tem uma parte de mim que está nas nuvens. (Digo “uma parte de mim”, porque a parte que tem que estudar está com os pés bem no chão.) E é tão bom chegar aqui e contar coisa boa… mesmo que o texto não fique bonito, poético e apresentável. 😉

Só pra terminar, amanhã é aniversário do Rodrigo, e, um pouco que retribuindo o presente que ele me deu no meu, tem post meu no Diet-analfa, e vocês estão convidados para a “festa” virtual!

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