Todo amor que houver nessa vida…

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida.
Nós na batida, no embalo da rede,
Matando a sede na saliva.
Ser teu pão, ser tua comida…
Todo amor que houver nessa vida,
E algum trocado pra dar garantia.

E ser artista no nosso convívio,
Pelo inferno e céu de todo dia.
Pra poesia que a gente não vive,
Transformar o tédio em melodia,
Ser teu pão, ser tua comida,
Todo amor que houver nessa vida…
E algum veneno antimonotonia!

E se eu achar a sua fonte escondida,
Te alcance em cheio o mel e a ferida,
E o corpo inteiro feito um furacão:
Boca, nuca, mão, e a tua mente, não.
Ser teu pão, ser tua comida,
Todo amor que houver nessa vida…
E algum remédio que me dê alegria!

Sem aspas, como se fosse minha… mas na voz de Caetano.

Off the records:
Fico devendo a foto pra ilustrar o post… Não foi autorizada (ainda).

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