Cinema em casa – parte 2

E continua a saga de baixar filmes via emule. A Tâmara me ensinou a baixar via Torrent, mas deixa o pc muito lerdo, e aí continuo mesmo do jeito antigo. Vou comentar por tópicos, porque já nem lembro mais a ordem em que assisti, e nem quando foi cada um.

Georgia Rules, com a incrível tradução “Ela é a poderosa“. Indicado pela Márcia, após uma conversa séria que tivemos, sobre relacionamento entre mãe e filha. Filme bom pra quem quer pensar e bater uma DR consigo mesma. Mostra o amor de mãe em três gerações, diferentes, cada uma do seu jeito; me ajudou a enxergar algumas coisas não tão novas, mas que eu havia esquecido. Muito bom, mesmo.

Hairspray – “Em busca da fama” (Odiosas traduções de títulos!!!). Li sobre ele em algum blog por aí, não lembro qual. Assisti com o filhote, nos divertimos muito. É uma comédia anos 60, mas que trata de uma maneira muito apropriada sobre inclusão social. Os diferentes (uma gorda, negros) tentando fazer parte de um mundo que não lhes cabe. Música boa, considerando o estilo e a época. Atuação fantástica de John Travolta como a mãe gorda. É gooooooooorda.

Escritores da Liberdade. Ao ler a sinopse, achei que era mais um dos filmes de “professora que pega uma classe de alunos problemáticos e consegue fazer deles ‘gente de bem’.” E não deixa de ser. Mas é diferente dos outros. Envolve o relacionamento das gangues, e o “proteger os seus”. Hillary Swank no papel da professora, perde longe para os desconhecidos que fazem os alunos. Gostei. Deu mais vontade ainda de escrever um livro.

Jumper. Eca!!! Pra quem assistiu Heroes, Jumper é um arremedo mal feito. Só fui até o fim porque o filhote estava junto e eu estava mesmo era aproveitando o tempo com ele. Mas está naquele nível: “não valeu o olho que gastei pra assistir.” Leva o Troféu Pipoca Mofada de Ouro.

Sem Reservas. Comédia romântica gostosinha, com sequências de rolar de rir. Catherine Zeta-Jones está perfeita como uma chef de cousine que sabe tudo e se acha o máximo. As reações dela com os clientes chatos ou mais exigentes do que deveriam… valem umas boas risadas. Ah, e tem a menininha que fez “Pequena Miss Sunshine”, com os mesmos olhinhos expressivos. Filme bom pra sábado à tarde, sem ter o que fazer.

Across The Universe. Já falei tanto desse filme, já copiei pra tanta gente, que me surpreendi de não ter escrito nada sobre ela, aqui. Um musical, quase uma ópera, só com músicas dos Beatles. Os beatlemaníacos vão adorar!!! A história em si não é lá essas coisas, mas os roteiristas fizeram milagre em inventar uma história pra caberem as músicas. Nem sempre conseguiram fazer com que tivesse sentido, mas os arranjos estão deliciosos, e segundo li por aí, 90% das músicas foram gravadas com os próprios atores, no set de filmagem. Pensem que o par romântico é formado por Jude (Hey) e Lucy (in the sky, with diamonds) e tenham uma idéia da ginástica da equipe do roteiro (Dick Clement, Ian La Frenais, Julie Taymor, Dick Clement, Ian La Frenais). É claro que tem pelo meio uma grande viagem lisérgica, segundo alguns, “com photoshop mesmo” . Algum exagero, mas no geral, pra mim ficou como um dos melhores do ano. Troféu Pipoca Quentinha de Ouro pra ele!!!

Ainda estão na listinha, só esperando tempo, pra serem assistidos: Cartas de Iwo Jima, Capote, O barbeiro demoníaco da Rua Fleet, Elsa Y Fred e a Era do Rádio. (preguiça de colocar link!) Em breve, os comentários sobre eles. Se alguém tiver sugestões de filmes que gostou… pode dizer, que tenho esses dias de folga dos estudos e vou aproveitar.

Por agora… Boa noite… e boa sorte!

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