A vida imita a arte

[Comentário que seria deixado no Eu Comigo Mesmo, e ficou muito grande, virou post. Para ser perfeitamente entendido, siga os links, e leia os posts originais que geraram este.]

Oi…

Nem sei como parei aqui, vim de link em link… Mas li seu blog inteirinho, de uma vez só. Adorei os textos, uns mais do que outros, mas todos tem uma essência feliz.

Desculpa a intromissão… mas aqui pra nós, você precisava “se mostrar” um pouquinho, fazer um perfil de verdade, deixar um link pro orkut, sei lá… Porque quando a gente lê um texto legal, quer saber de onde veio, que cabeça foi o útero que o gerou. E, confesso: Joguei “Rafael Cury” no Google, e não deu em nada “proveitoso”, bem como no orkut pra ver se te encontrava por lá, mas num universo de 895 resultados, não deu pra ficar fuçando.

Isso aqui era pra ser o comentário no seu blog, mas vi que o espaço não era suficiente, e resolvi deixar lá só um link pra você vir aqui e ler meu graaaande comentário.

Ah, mas não foi só por isso.

Foi também pra fazer a gentileza de deixar um bando de gente que me lê, ler o seu blog também. Porque, inexplicavelmente, quase não existem comentários por lá. Incrível, textos de tanta qualidade não serem apreciados.

Sim, eu lembrei como cheguei até você:. Foi nesse blog, que tinha um texto dizendo que era adaptado do seu. (E foi por isso que fui fuçar tudo… queria saber pra quem ele foi escrito.) E me vi igualzinha a você, criando uma história, a do “blogueiro não-anônimo, mas desconhecido”. Só queria que não fosse preciso dizer “prazer em não te conhecer!

Na mistura do que eu descobri com o que fiquei imaginando, você é um homem inteligente, sensível e com excelente gosto musical (Viva Chico!!!), está curtindo a maior saudade (dor de cotovelo, whatever) do grande amor, que disse tchau (Será que ela foi pra Europa ou pra Santa Rita do Passa Quatro?) e por isso se apega àqueles que nunca vão te deixar.

Sim, você vai a concertos de música erudita, lê muito e escreve bem. Estudou Comunicação Social, dividido entre a publicidade e o jornalismo. Se vacilar, coloco você no rol dos DDAs. É, quem tem um coração inquieto, habilidades musicais, e uma gama tão grande de interesses… só pode ser DDA. Pronto, você é DDA. (Estou me metendo demais? Ah, mas não é isso que você faz, imagina quem são as pessoas à sua volta? Agora está vendo como se sentiria uma de suas personagens!)

Por favor, não fique zangado! Eu comecei a escrever isso aqui só pra dizer que ADOREI seu jeito de escrever. E desejo que seu coração se aquiete, que ela suma não apenas da sua vista, mas da sua cabeça também, e que chegue logo o dia em que você encontre “The One“, Aquela que assim que bater os olhos, você saberá exatamente quem é. Porque pode demorar, mas eu sei que chega.

P.S. – Namorado, por favor, não fique com ciúme. Minha metade já está encaixada em você.

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