Um mês especial – Dia 28

Este ano, em grande detalhe.

Ah, nem precisa pensar, né? 2010 foi o ano… do nosso casamento!

 Casamento 26-02-2010 134 Casamento 26-02-2010 146 Casamento 26-02-2010 179

Casamento 26-02-2010 181 Casamento 26-02-2010 182 

Casamento 26-02-2010 288

Casamento 26-02-2010 352 Casamento 26-02-2010 315 Casamento 26-02-2010 380 Casamento 26-02-2010 357  Casamento 26-02-2010 363 - Cópia Casamento 26-02-2010 379Casamento 26-02-2010 358 - Cópia

E depois do casamento, é claro, a Lua-de-mel, que tem blog próprio, e merece uma visitinha por lá. 😉

Ô ano bom!!!

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  1. Ah!sim. Diz que Masca, depois da festança e no recolhimento de quatro paredes, recitou exclusivamente para Anabel a letra que segue abaixo.
    …Por assim dizer; depois foi só correr pro abraço.(Entenda-se: “abraço” é uma parca metonímia de tudo que rolou – o pudor e a discrição me impedem maiores detalhes..)
    ……………………..
    A canção é longa mas o amor foi maior: após a segunda leitura, o cara já sabia tudo de cor e salteado…

    Rosa
    Pixinguinha
    Composição: Pixinguinha e Otávio de Souza
    Tu és, divina e graciosa
    Estátua majestosa do amor
    Por Deus esculturada
    E formada com ardor
    Da alma da mais linda flor
    De mais ativo olor
    Que na vida é preferida pelo beija-flor
    Se Deus me fora tão clemente
    Aqui nesse ambiente de luz
    Formada numa tela deslumbrante e bela
    Teu coração junto ao meu lanceado
    Pregado e crucificado sobre a rósea cruz
    Do arfante peito seu
    Tu és a forma ideal
    Estátua magistral oh alma perenal
    Do meu primeiro amor, sublime amor
    Tu és de Deus a soberana flor
    Tu és de Deus a criação
    Que em todo coração sepultas um amor
    O riso, a fé, a dor
    Em sândalos olentes cheios de sabor
    Em vozes tão dolentes como um sonho em flor
    És láctea estrela
    És mãe da realeza
    És tudo enfim que tem de belo
    Em todo resplendor da santa natureza
    Perdão, se ouso confessar-te
    Eu hei de sempre amar-te
    Oh flor meu peito não resiste
    Oh meu Deus o quanto é triste
    A incerteza de um amor
    Que mais me faz penar em esperar
    Em conduzir-te um dia
    Ao pé do altar
    Jurar, aos pés do onipotente
    Em preces comoventes de dor
    E receber a unção da tua gratidão
    Depois de remir meus desejos
    Em nuvens de beijos
    Hei de envolver-te até meu padecer
    De todo fenecer

  2. Pô!tô esperando até agora a réplica de Masca Mão de Veludo.
    Qualquer coisa do tipo: “Não foi bem, assim.Você exagera.”; “Nem te conto…”; “Jucemir, deixa de ser alcoviteiro!”;”Cara, foi muita cerveja!Não me lembro de nada.”
    (No mais, meus pêsames: superar o saldo do Peixe era muita coisa pro Vitória.O campo até ajudou…Mas…)
    Jucemir

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