26 de fevereiro

Foi em 2010, mas parece que foi ontem, e ao mesmo tempo parece que foi há décadas.

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Um dia cheio de lembranças, de alegria, de sonhos e do compromisso de uma vida juntos.

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Foi jurado e sacramentado, temos “o papel” pra mostrar ao mundo…

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… mas não é esse papel que vai dizer que somos felizes e que queremos continuar juntos. São os nossos corações, os nossos olhos e nossas atitudes.

Não estamos juntos exatamente no dia de hoje (post programado!) mas, tal como no começo, a web nos permite essa conexão…

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E apesar de nós não sermos um casal “de datas”, eu quis deixar este post aparecer exatamente no dia – e na hora – em que nos casamos oficialmente, só porque vou estar “em navegação” e provavelmente não vou falar com você hoje hora nenhuma. E a nossa música segue abaixo, ignore o vídeo, feche os olhos e somente ouça.

“Viramos cúmplices eternos no eterno amor do nosso Deus,

E nesse amor guardamos nossas vidas”!”

Caiu na rede!

Presente de casamento da preá mais amiga do mundo, mesmo que a gente passe dias sem se falar direito (sim, “dias”, porque “semanas” acho que não acontece). Veio de Campina Grande já há um tempão, junto com outros mimos de algodão tecido artesanalmente e como na outra casa não tinha gancho… ficou esse tempo todo guardada… Chegou a hora de usar!

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Agora está lindamente instalada na varanda, e o melhor: dá pra ver TV!!!

Obrigada, preá… mesmo atrasado, o presente foi muuuuuito bem vindo e bem apreciado! Marido que o diga, se jogou nela e eu tive que me contentar com o sofá.  Mas como foi presente de casamento, é dos dois, né?

Xêro ni tu!

Encerrando a série de posts sobre o casamento

Ainda estou em extase pós-casamento. Tudo bem, um pouco é cansaço mesmo. Considere que, após toda a carga de emoção, na segunda-feira já esávamos trabalhando, eu tendo que atender os candidatos aprovados na Terceira Chamada do vestibular, e ele, além do trabalho, foi à UESC para a entrevista de seleção da Pó Graduação em Gestão de Inovação e Sustentabilidade.

Assunto pra escrever não falta, e aquela listinha que fiz ainda está valendo – e crescendo. Mas como prometi, hoje vão alguns dos detalhes tragi-cômicos do casamento.

Pra começar, quase que não casávamos, porque  o Juiz de Paz já havia ido embora quando chegamos!!! Foi assim: Quando marcamos o casamento, eu pedi à Oficial do Cartório que nos colocasse por último na lista do casamento, para que nossos convidados pudessem sofrer menos com o calor terrível que está fazendo por aqui. Tudo bem, como geralmente tem um moooonte de casamentos, e a cerimônia começa a partir das 16h, 17h seria um horário legal para marcar. Táaaaaaa, isso se fosse garantido que seriam muitos casamentos. Só que exatamente nesse dia foram apenas TRÊS casamentos, incluindo o nosso.

Quem adivinha o que aconteceu? Os outros dois casais chegaram às 16h, casaram e foram embora… e o juiz também! Quero dizer, ele não foi embora, embora, porque a Oficial do Cartório, Maria, é muuuuito amiga de nossa família, e garantiu ao juiz que nós iríamos chegar. Então ele ficou dando um tempo no barzinho da esquina… (Podem rir, eu deixo!)

Quando os primeiros convidados chegaram, encontraram tudo deserto, o salão de casamentos fechado e o vigilante dizendo que “os casamentos já aconteceram e o juiz foi embora”. (Risos liberados, novamente).

Chegamos pouco depois das 16:30h (Marido chegou uns minutinhos antes de mim, só pra manter a tradição de o noivo esperar a noiva) e as carinhas de espanto de Prof. Elias, Yolanda e Anatércia foram as primeiras que vi. Fomos no 4º andar, no Cartório, com o coração na mão. Depois do caso passado, Marido disse que estava em pânico, imaginando minha reação, caso não desse pra casar naquele dia. É claro que eu também elaborei o Plano B: Pedimos desculpas aos convidados, vamos para a festa, e casamos na próxima sexta!!!

Mas, graças a Deus, Maria tinha segurado o juiz, e finalmente casamos. É claro que a grande maioria dos convidados chegaram DEPOIS que a cerimônia tinha acontecido!!! (Gargalhadas liberadas!).

Pollyannamente, posso anotar algumas vantagens disso tudo: O salão de casamentos foi inteiramente nosso, liberdade total; toda a liturgia [ou seja lá como se chamem os procedimentos no casamento civil] ficou em segundo plano, pois já estava todo mundo relaxado; mesmo nas fotos mais abertas, não aparece NINGUÉM que não seja “nosso”; e temos uma história única pra contar!!!

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Duvido que alguém tenha fotos tão bem humoradas diante de um juiz!

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Os primeiros convidados, que efetivamente assistiram à cerimônia

Casamento 26-02-2010 179 Beijo antes da hora, com direito a bronca do juiz

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Beijo liberado, com direito a abraço

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Jurado e sacramentado

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Papi e Mamys assinando também, “só pra garantir” que estava tudo OK mesmo!!!

Ainda na série dos acontecimentos tragicômicos, está o vídeo que passei no datashow. Já comentei num post anterior, que a imagem saiu espelhada, dando um certo desconforto pois as legendas ficaram impossíveis de serem lidas.

Casamento 26-02-2010 335 Vejam bem a imagem invertida, do PC pro telão.

No final da festa, sobrou pra noiva catar o “lixo grande”, enquanto duas amigas (Joélia e Joice) varriam o salão. Éeeeee, essas coisas acontecerm, ou melhor, aconteceram pra mim! E o nosso carro resolveu colaborar, e ficou sem a marcha ré. Dá pra imaginar como foi legal sair levando em casa as amigas que ajudaram a festa a acontecer pensando em “entrar por uma rua e sair por outra”, sem poder fazer uma manobra que exigisse a ré? E no dia seguinte sair do hotel direto pra oficina mecânica, co direito a empurrar o carro!

Há, porém, tantas outras coisas…” que vão ficar pra outra hora, não necessariamente nessa série de posts sobre o casamento, que oficialmente se encerra aqui. Pra quem tem orkut e é meu amigo lá, dois álbuns com as fotos do casamento e de nossos amigos no casamento. Pra quem não é… acho que já deu pra sentir que a felicidade foi esbanjada e devidamente aproveitada.

Ah, só uma coisinha: Aviso e comunico que não vou fazer duas coisas:

1. Cobrar a ausência de quem foi convidado e não apareceu nem justificou. Acho que cada um tem suas prioridades, suas escolhas a fazer, seu tempo a administrar, e… não sou de ficar cobrando nada nem ninguém. Nesse pacote vão também as congratulations que não vieram. Sem cobranças de minha parte, prometo. E de coração. Sem chateação.

2. Aceitar cobranças ou justificar convites que não mandei. Da mesma forma, eu e Marido também fizemos escolhas acerca de quem convidar ou não. Os convites foram enviados observando não somente o tamanho do evento (mini-mini) como a condição que nós tínhamos (na verdade NÃO tínhamos) de receber em casa amigos e familiares vindos de fora, e também o relacionamento/julgamento que foi feito acerca do nosso casamento a nível social/espiritual. Quem continua achando que eu “estou em pecado e vou pro inferno” porque separei e casei novamente, simplesmente foi ignorado, bem como aqueles amigos que me excluíram de seu círculo de casais, apenas porque eu já não era mais um casal. E, obviamente, nem deveria esperar ser convidado, muito menos reclamar.

#prontofalei