O tempo de cantar chegou…

“Há tempo para tudo debaixo do céu”… já dizia Saló. E agora é tempo de cantar, celebrar, comemorar!!!

Motivos não faltam, todos os dias. Mas hoje… estou oficial e explicitamente exibida: Recebi a nota da minha monografia! Um DEZ bem lindo, sofrido e suado.

Claro que rolou comemoração, no melhor estilo “hoje eu posso tudo”, “hoje eu mereço um presente”, e foi bom demais!

Com Mono, Gra e Fia, os mascotes que vão nos acompanhar mesmo que nos separemos, e que servirão pra lembrar que em meio a momentos de tensão, a amizade é o maior e melhor remédio pra segurar a barra e esperar a tempestade passar.

Rê e Sam… amei ter convivido com vocês, especialmente nesses últimos tempos! O amor que aprendemos a ter, umas pelas outras, não é de brincadeira, embora nossos encontros sempre terminem em farra!!!

“Valeu demais as noites mal dormidas
Ansiando a paz perdida e pretendida
Que eu já nem sabia mais onde é que fora se esconder…
Valeu o tempo de esperar o teu querer!

Valeu demais os sonhos mal sonhados
Caminhando atrás de splanos mal traçados.
E eu só posso agradecer a tua mão que me livrou.
Valeu o tempo de esperar, mas já passou!!!

Pois eu estou bem certo:
Breve tempo de aflição não pode comparar-se
à nossa eterna salvação.
E os dias de tristeza servem mais pra destacar
A imensa glória e honra com que Deus vai nos brindar!

Valeu demais o tempo e o contratempo que essa história traz
E todo vão momento fica cheio de esperança
Na certeza da presença do Senhor
Em cada passo por onde eu for!”

(Foi Guilherme Kerr quem disse… mas hoje eu digo junto com ele!)

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Padrão… ou não.

Padrão

“O esforço é grande e o homem é pequeno.
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
Este padrão ao pé do areal moreno
E para diante naveguei.

A alma é divina e a obra é imperfeita.
Este padrão sinala ao vento e aos céus
Que, da obra ousada, é minha a parte feita:
O porfazer é só com Deus.
E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas Quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é português.

E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma
E faz a febre em mim de navegar
Só encontrará de Deus na eterna calma
O porto sempre por achar.”

Fernando Pessoa(1888-1935)

Estou aqui, me sentindo o próprio Diogo Cão, navegador que deixou o padrão de “o esforço é grande e o homem é pequeno”. E naveguei, naveguei pelo mar que, embora português para Pessoa, dá na Terra Brasilis e é límpido e de águas mornas. Nem tenho palavras… o poema de Pessoa, na voz de Caetano diz EXATAMENTE o que me há na alma… o porto sempre por achar!

Foto sem flash… momento documentado!

É HOJE!!!

(Layout da apresentação by Line)

Por volta das 16h, estarei apresentando à banca o resultado de meses de trabalho árduo.
O sono não chega, mesmo tendo passado duas noites sem dormir. Alguém quer, por favor, dizer ao meu copro que pra eu estar bela e inteira “amanhã” ele precisa colaborar e relaxar???

Pra completar minha listinha de coisas que estão dando errado, desde ontem que meu pc não liga. O diagnóstico do “doutor técnico” é que a fonte queimou. E foi trocada não tem nem 4 meses completos. (Estou usando o pc do filhote).

Acho que agora já chega, né? Tá na hora de acontecer “coisa boa”.

Boa noite. E boa sorte. (Só pra ficar com “cara de filme”!)
UPDATE, às 18:40h:
Uhuuuuuuuuuuu!!!!
Foi tudo lindo, tudo maravilhoso, tudo na santa paz de Deus!!!
Os pareceristas só fizeram elogiar, e apesar de todo nervoso eu expus o trabalho com clareza e acho que foi simnplesmente o melhor que podia ter sido.
É claro que passei do tempo, mas falei tão bem que ninguém reclamou hehehehe.
Estou feliiiiiiiiiiiz!!! ACABOU A AGONIA!!!

O corpo fala?

Na minha adolescência li o livro “O corpo fala” de Pierre Wel e Roland Tompakow. (Download aqui) Aprendi muito sobre a postura e o que ela quer dizer, e isso me ajudou bastante em várias situações da minha vida, não só em me cuidar como me posicionar, mas também em como perceber o que os outros “dizem” com a linguagem do corpo.

Mas hoje não é sobre isso que quero falar, apesar de ser sobre “o corpo fala”.

Sábado fui pra casa de praia com algumas amigas, antevendo dois dias de paz e tranquilidade num lugar gostoso, lua linda no céu, o mar quase batendo na porta… me preparando para a semana de tensão que viria, com as apresentações de TCC que começam hoje. (A minha é amanhã).

Sim, paz e tranquilidade… até à madrugada de sábado pra domingo. Acordei às 3:40h da madrugada explodindo de enxaqueca. É óbvio que eu não tinha levado remédio, já fazia umas duas semanas que eu estava bem, sem nem uma dorzinha… e não era exatamente nesse fds que a bendita iria aparecer, né? Pois me enganei. Não teve o que pudesse fazer, a não ser curtir dor a madrugada inteira, esperar amanhecer pra alkguém ir comprar um remédio, e passar o dia todo de óculos escuros, sentada na sombra (não dá pra enfrentar a claridade) sem aproveitar nadinha da praia nem do lugar, nem da comida, já que o enjôo e as náuseas não me deixaram comer absolutamente nada.

Voltei pra casa à noitinha de ontem, pra enfrentar umaa revisão-correção de mono da amiga, e ir dormir ainda mais enjoada.

E só pensava assim: “que droga!!! Eu estou tranquila, meus pareceres foram ótimos, minha apresentação tá pronta – e linda – m eu sei tudo o que vou falar… por que estou assim? Isso é coisa de quem está nervoso e despreparado!” E a todo momento vinha à mente à expressão: “o corpo fala”, e eu querendo saber o que ele queria me dizer, já que racionalmente eu estava ótima.

Como coisa ruim nunca vem sozinha, essa madrugada não foi melhor que a anterior. Levantei maisdenãoseiquantas vezes pra ir ao banheiro, com uma diarréia terrível, e uma cólica intestinal de matar. A essa altura o corpo está gritando!!! E quem disse que eu entendo?? Acho que falamos idiomas diferentes, eu e ele.

Tentei conversar: “Cara, eu gosto tanto de você… cuido de você direitinho, dou banho, passo perfume, hidratante, dou uma cama com colchão bom pra você dormir bem, comida saudável (tudo bem, tem a coca, mas isso é um pequeno prazer), dou os remedinhos básicos da tireóide todo dia… por que está fazendo isso comigo?”

Sabe o que o safado me respondeu? “Não faz mais do que a sua obrigação. Segundo Paulo (o apóstolo), você é ‘servo inútil’.”

É, não conseguimos nos entender… e juro que tentei. Ele quer me dizer algo e eu ainda não entendi. Quem sabe, amanhã depois de tudo passado nós consigamos bater um papo legal?

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Só pra não deixar de registrar, liguei pra confirmar com uma das minhas pareceristas, que deveria vir de Salvador para a banca amanhã, e… ela está doente… não vai poder vir. O gerente de laboratórios da UESC está tentando montar uma vídeoconferência, pra que ela assista à minha apresentação e opine on line. É mole? Isso só acontece comigo…