Troféu Pipoca

É meio que uma tradição aqui no blog eu dar o Troféu Pipoca em suas três categorias aos filmes que assisto, mas é uma tradição que foi esquecida e agora está sendo retomada. Em 2011 consegui anotar em tempo real os filmes que assisti, então posso entregar o Troféu Pipoca bem consciente. Foram 39 filmes concorrendo, o que indica que minha vida de cinéfila não foi tão bem sucedida assim, nem a média de um filme por semana eu consegui. [Tenho mais de 20 no computador pra assistir,  mais 2 que ganhei de presente recentemente, mas cadê tempo/disposição? ] Bom, sempre posso ter assistido algum e não registrado, mas agora não tem mais jeito, não vou lembrar mesmo.

Vamos à lista dos indicados (que são todos os que assisti), com as observações entre parênteses, indicando onde e com quem, e alguma coisa que marcou, escritas logo depois de ter assistido.:

  1. Uma noite em 67 (DVD, com Marido)
  2. Divã (Globo, sozinha)
  3. A casa da Mãe Joana (Globo, com Marido – TOSCO!)
  4. Marido e… Larry (Sky, sozinha)
  5. Quem vai ficar com Mary? (DVD, sozinha)
  6. Incontrolável (Sta Clara, com Marido)
  7. Sex and the City, o filme (DVD, sozinha)
  8. Wilson Simonal – Ninguém sabe o duro que eu dei (DVD, com Marido)
  9. Tara Road (DVD, com Flávia)
  10. O Turista (Sta Clara, com Flávia)
  11. O Segredo de seus olhos (DVD, Sozinha)
  12. Frida (DVD, sozinha – reprise)
  13. Rio (Sta Clara, 2 vezes: com Liane e Luisa, com Marido)
  14. Coco Chanel (Sky, sozinha)
  15. A Rede Social (ppv Sky, com Marido)
  16. Maratona Brothers & Sisters 5ª temporada (Sky, sozinha)
  17. Coração Vagabundo (3 vezes: 2 vezes DVD, sozinha, uma vez com Marido)
  18. Código de Conduta (globo, sozinha)
  19. O Discurso do Rei (PC na TV, com Marido)
  20. Cisne Negro (PC na TV, com Marido)
  21. Dia Voa (Online, com Dinah)
  22. VIPs (Santa Clara, com Marido) – Odiei
  23. Ágora (Alexandria) DVD, com Dinah. Perfeito!
  24. Legalmente Loira 2 (Sky, sozinha)
  25. E agora, meu amor? (Sky, sozinha)
  26. Quando o amor acontece (Globo, sozinha)
  27. Cilada.com (Santa Clara, com Dinah e Liane – ri horrores!)
  28. Assalto ao Banco Central (Santa Clara, com Liane)
  29. Planeta dos Macacos – A Origem (Santa Clara, com Marido – fazia tempo que não gostava tanto de um filme assim!)
  30. Um plano brilhante (globo, sozinha)
  31. Poder além da vida (DVD com Dinah)
  32. Stand by me (DVD com Dinah)
  33. Mr. Nobody (DVD, com Dinah)
  34. Poucas Cinzas (DVD, com Dinah)
  35. Capitães da areia (Salvador Shopping, com Dinah)
  36. Bahêa minha vida (Iguatemi, sozinha)
  37. Amizade Colorida (Santa Clara, com Marido)
  38. Filhos de João – O Admirável Mundo Novo Baiano (Santa Clara, com Marido e Dinah)
  39. O Palhaço (Santa Clara, com Marido)

As categorias, para quem não sabe, são:

Pipoca Quentinha = Filmes que eu assistiria novamente, que gostei muito incluindo especialmente minhas observações de roteiro,  fotografia e trilha sonora, que são a minha praia.

Pipoca Mofada = Filmes que não gostei, e que, como diz a Muri, “não valei o olho que gastei assistindo!”

Pipoca Derramada = São os filmes que desejei assistir e não consegui, por motivos alheios à minha vontade. Esses, obviamente, não constam da lista acima.

E estou criando agora uma categoria nova, o Pipoca Cantante, para filmes que são musicais ou documentários sobre música.

Então, The Hot PopCorn goes to…

1. Bahêa minha vida – Documentário que comentei aqui, e que me transformou em torcedora do Bhaêa, já que a emoção foi demais, e o Colo-colo praticamente não existe mais.

2. Ágora – Histórico, sobre a destruição da biblioteca de Alexandria, que me faz ter vergonha alheia de alguns cristãos da época [e de alguns cristãos atuais também…].

3. Planeta dos Macacos, a Origem – Só vale pra quem assistiu o filme original e também a série, no século passado. Muito bem pensado, o tipo de “continuação” que saiu melhor que o original, na minha humilde opinião.

4. Cilada.com – Bem bestinha, mas muito bem construído, cheio de referências à tecnologia da vida atual, me fez rir como há muito tempo não ria num filme!

5. Amizade Colorida – Pra não deixar de fora um filme que me fez sonhar em conhecer New York… (respirando fndo quando pensei no visto).

Pipoca Mofada vai para:

1. VIPs. Nem lembro sobre o que era, mas se escrevi “odiei” quando assisti, é porque odiei mesmo.

2. A casa da Mãe Joana – Nacional, mal feito em TODOS os aspectos. Argh!

3.  E agora, meu amor? – Errr… e agora, meu amor, que perdi tempo assistindo um filme sem pé nem cabeça???

4. A Rede Social – Sobre o Facebook. Não sei se não gostei do filme ou da exposição da história [real] da criação do FB. Fiquei com nojo do dito cujo, e até cogitei em apagar meu perfil, de tanto que fiquei indignada. Mas… terminei aceitando que ele pode ser benéfico, se eu souber usá-lo.

5. Poder além da vida. Foi tão ruim que nem lembro. Acho que dormi pelo meio.

Pipoca Cantante:

1. Uma Noite em 67 – Sobre o Festival de Música da TV Record, com cenas originais e comentários dos participantes hoje. Muuuuuuito bom, já dei de presente, já copiei, já emprestei… e assisti seiláquantasvezes.

2. Wilson Simonal – Ninguém sabe o duro que eu dei – Confesso que conhecia pouco sobre a história de vida do Homem Simonal. E foi uma lição e tanto sobre respeito, compreensão e julgamento.

3. Coração Vagabundo – Caetano. Uma delícia!!! Nem sei como ele veio parar nas minhas mãos, é uma cópia, acho que Marido, fã incondicional de Caê, trouxe do trabalho. Super recomendo.

4. Filhos de João – O Admirável Mundo Novo Baiano. Com um título pessimamente escolhido, que lembra os famigerados “Filhos de Francisco” e com um subtítulo que dá uma luz ao assunto real, mas não é divulgado, o filme é um documentário sobre Os Novos Baianos. Muito legal, com cenas originais e depoimentos atuais. Incompleto, pois Baby Consuelo do Brasil deu o depoimento depois voltou atrás e não permitiu a divulgação das imagens, mas ainda assim, muito bom de se ver. Constatação: O mundo sem regras, ideal para eles, ruiu porque “não ter regras” virou uma regra e aí eles não tiveram estrutura pra segurar. Quem puder, assista, vale tudo.

5. Dia Voa – Making Of do CD novo de Chico-meu-amor, não é tão bom enquanto filme, mas é bom poder vê-lo mais relaxado, rindo, gaguejando e falando sobre a vida e o amor. Smiley piscando. O título pode não estar bem claro, veja a letra de Essa pequena e entenda.

[Os outros foram filmes que assisti, gostei, mas não merecem grande referência. Nem muito bons nem muito ruins… Mas os arrependimentos foram somente para os vencedores do Pipoca Mofada.]

Pipoca Derramada:

1. A pele em que habito, de Almodovar.

2. Melancolia.

3. Noite de Ano Novo.

4. Meia-noite em Paris

5. Os Nomes do Amor

Assim se encerra a nossa festa de premiação, com o desejo de que em 2012 duas listas cresçam e duas diminuam, deduzam quais.

Não estou reclamando, estou só comentando.

Estou meio-completamente ausente do mundo virtual, do mundo real, do mundo, ponto.  E nem todo mundo sabe o que está acontecendo comigo, ou melhor, acho que nem eu mesmo sei direito. E este post vai ficar aqui, quietinho, só para os leitores habituais do blog, sem avisinho no twitter nem no facebook, porque o papo de hoje é daqueles pra amigo, sacomé?

Há duas semanas tive uma crise de VPPB (veja este link, mesmo, pra ter noção do que é) e nem a Dra. Fisio conseguiu me por em pé de uma vez, como era esperado. (Talvez nem tenha sido VPPB mesmo, tenha sido uma crise de labirintite “normal”, sei lá… ) Mas o fato é que fiquei uma semana inteirinha sem sair de casa, me segurando pelas paredes quando precisava andar, e na maior parte do tempo, deitada.

Sem vontade nem de falar com ninguém pelo telefone ou ao vivo, porque parecia que só tinha um assunto: “como estou me sentindo mal!”. Só Marido mesmo era bem-vindo, porque não precisava falar, bastava ficar agarradinho.

Aí precisei fazer uma viagem a trabalho, que já estava agendada há bastante tempo, e TINHA que melhorar. Melhorei, não precisei dirigir, fiz as fotos (lindas!) que tinha que fazer, e voltei pra casa encontrando mamis que tinha tomado uma queda no quarto, e estava sem conseguir levantar de tanta dor.

Corre pra médico, hospital, maca do SAMU, ressonância magnética… graças a Deus não teve fratura, mas ela se machucou bastante, ficou com vários pontos roxos (coxa, braço, testa), e eu super preocupada. O Dr. Geriatra veio fazer uma consulta aqui em casa, trocou medicação, detectou uma disfunção cardíaca, aumentou remédios… e ficou tudo sob controle.

Aí ontem achei que estava bem e fui pro pilates. Não deu outra: Desmaiei logo no início da aula e pior: quando acordei, as pernas não respondiam, não firmavam. Foi um rebuliço total, o marido da Dra. Fisio me levou pro  hospital,  e passei boa parte da manhã sentada numa cadeira de rodas (sensação horrível) esperando o neurologista me atender. Quando chegou minha vez ele mal me olhou, passou uma série de injeções de dexa-citoneurin (vitamina B e Dexametasona que nem tomei, por recomendação de duas amigas da área de saúde, tomei vitamina B em cápsulas) e repouso total por DEZ DIAS! Eu posso com isso? Já estou em casa trancada há mais de duas semanas e ficar mais dez dias? Não aguento!

Resolvi que se melhorasse hoje iria pra aula com os meus santinhos, mas acordei ainda com as pernas sem forças. Dá pra andar em casa, mas não consigo dirigir – e é perigoso – nem ficar em pé pra dar aula. Acho que só Deus sabe o quanto estou frustrada com essa situação, nem tenho cara pra falar "ao vivo" com minha coordenadora, pois quando ligo pra dizer que não vou, minhas justificativas parecem desculpas esfarrapadas: “minha lente de contato colou no olho, e terminei arranhando o olho todo”; “minha mãe rolou escada abaixo”; “acordei tonta, não consigo ficar em pé”; e agora “minhas pernas não se firmam”. Pô eu sou super criativa, né? Nem matei minha avó!!! E o pior é que quando ligo, ela responde laconicamente: “tá.” E depois nem pergunta como eu estive, se melhorei, etc, etc, etc. E fico achando que ela não acreditou no que eu disse. Talvez por ser trabalho voluntário possa parecer que não vou porque não quero, mas foi a primeira coisa em que pensei quando o Dr. Neuro disse que era pra ficar em casa, e “namorar, nem pensar!” (Oh, céus!).

O que faço? Realmente não tenho condições de sair de casa, já marquei pra amanhã à tarde uma consulta com a homeopata que é minha médica há mais de 20 anos, para fazer um check-up em regra, pois não aguento mais tanta doença. E ainda tem a exposição do curso de foto, que foi sendo adiada pelos mesmos motivos, mas agora está marcada para os dias 3 a 6 de julho (aguardem convite) e tem muito o que fazer, mas… como?

Enfim, desculpem o desabafo, mas precisava dizer isso tudo, mesmo porque é um saco cansativo repetir a história mil vezes (minhas tias TODAS ligaram perguntando, e várias amigas tb…) Aí só dá vontade de ficar quieta e assumir que tô mal e preciso parar a vida uns dias pra ficar boa de vez. E vejo Marido todo animado indo dar 13 voltas no estádio, aqui em frente, e morro de vontade de ir junto (dar 3 voltas em vez de 13, assumo) mas nem isso consigo. Pilates amanhã está descartado, aliás, vou pagar este mês sem ter ido lá uma vez sequer.

Como disse no título, não estou reclamando, estou só comentando no meu divã-não-tão-particular-assim. 2011 já me trouxe muitas coisas boas, uma delas foi a defesa da dissertação e a “completa finalização” dela, semana passada. Mas precisava me deixar assim, de cama, nessa maresia???? Dá uma folga aí, meu caro!!!

Sobre o anonimato

Desde o começo deste blog eu mostrei a cara. Nome, cidade, atividades, fotos, família, diarinho… nada escondido, ao menos para ser coerente com o título do blog. Mas nesses 5 anos de blogosfera encontrei muita gente que usa pseudônimo, não coloca foto, não dá nem uma dica de onde mora, etc, etc, etc. Alguns pensam nisso como proteção, naquela nóia de "perigos da internet". Têm sua razão, mas não é disso que eu quero falar. [E nem de comentários anônimos, isso é irritante por si só e nem merece minha atenção.]

Tenho amigos na net que não "se mostram" de maneiras diferentes: tem os que "se assumem" para o mundo numa boa, mas escondem da família e amigos chegados que têm um blog; tem os que possuem blogs terapêuticos, como catarse, onde criam mesmo um personagem, para expor coisas que não poderiam ser ditas sendo eles mesmos; tem os que simplesmente adotam um "nome novo" e vão levando, sem muitas preocupações… e vários desses já se revelaram, deixando de ser anônimos depois de algum tempo.

Algumas vezes eu pensei que meu blog deveria ser anônimo, pra poder dizer o que eu quisesse sem me preocupar com as consequências… mas esses pensamentos passaram rápido, e eu alterno entre "o blog é meu e eu digo o que quiser ié ie ié" e "sssshhhh, quietinha, garota!".

Se o blog fosse anônimo, se eu não morasse na capitania, se as pessoas que me conhecem na real não lessem o blog, se quem me lê não me conhecesse… seria bem mais fácil. Ao mesmo tempo, se eu não me mostrasse, se não fosse eu mesma, não teria as amizades que tenho do outro lado da telinha. Enfim, como tudo na vida, o anonimato no blog tem suas vantagens e desvantagens.

Hoje estou na fase do desejo de ser anônima. Porque tem tanta coisa entalada na garganta que não posso falar por motivos variados e porque essas coisas entaladas não estão me fazendo bem. 

Não, não vou fazer outro post-vômito e descarregar em vocês meus problemas, relaxem. Este divã está fechado para as festas e espero que não somente o ano novo mas os novos dias, um após o outro, tragam soluções, calma e discernimento à minha cabeça e meu coração.

Ainda o Bivolt

Eu falei, no post anterior, que o motoboy que veio trazer A garrafinha não quis levar a que estava pela metade. E isso era essencial para que a empresa buscasse saber a causa do mau “funcionamento” da embalagem. Mas… eles não estavam nem um pouquinho interessados na sua própria qualidade. Entendi que quiseram somente “calar a boca” da consumidora chata que andou falando mal deles no twitter.

Como eu falei, eles escorregaram MESMO na casca de banana.

Olha a prova aí:

Mais uma garrafinha pela metade… e o que aconteceu, eu posso dizer com segurança, não foi “falha no processo de envasamento”, mas vazamento pela tampa. Problema sério para um produto que nem todo consumidor pode armazenar em pé na geladeira. Mas como eles não levaram a garrafinha “problemática”… jamais saberão o que causou.  Quero dizer, saberão, se estiverem monitorando a marca na web e lerem este post. Falando nisso, a Consultic faz isso muito bem,  tanto Monitoramento de marca na web quanto Monitoramento e Tratamento de Reclamações de Clientes – SAC querendo contratar, tamos aí!

Agora eu vou lá no twitter, avisar do post pro @bivoltpower. Aguardem os resultados.