ESTEJA!

Trechinho de um texto da Martha Medeiros, que li no blog da Jady:

Dentro da igreja, ajoelhe-se. No estádio de futebol, grite pelo seu time. Numa festa, comemore. Durante um beijo, apaixone-se. De frente para o mar, dispa-se. Reencontrou um amigo, escute-o.

Ou faça de outro jeito, se preferir: dentro da igreja, escute-O. Durante um beijo, dispa-se. No estádio de futebol, apaixone-se. De frente para o mar, ajoelhe-se. Numa festa, grite pelo seu time. Reencontrou um amigo, comemore.

Esteja!!

Se não quiser participar, tudo bem, então fique na sua: na sua casa, no seu canto, na sua respeitável solidão. Melhor uma ausência honesta do que uma presença desaforada.

Preciso dizer mais alguma coisa???

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BAHÊA

Bahea Minha Vida

 

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Não, não é minha vida, e muito menos minha p… . Mas eu fui assistir o filme ontem, enquanto esperava Flávia voltar do trabalho e Dinah estava em outra programação.

Foi lindo. Foi emocionante. Foi especial. E eu nem sou Bahêa, sou, no máximo, Colo-Colo, galera!!!

É um documentário. Tem mais cena de “gente falando”  do que de jogo. Tem pouca música. Participação feminina quase zero. Ingredientes que quase completam um fracasso de público e crítica. Mas… É BOM!!! É MUITO BOM!!!

Assisti e assisto de novo “se precisar”, de preferência com algum torcedor do Bahêa, porque não recomendo torcedores do Vitória assistirem, como falei no twitter, correm o risco de virar casaca. A torcida do Bahêa é uma coisa de louco, louco mesmo. É paixão explícita e inexplicável. E eu, que nunca fui nada, chorei, cantei, gritei, bati palma…

E deixo com vocês a crônica do Marcelo Barreto, publicada em 6 de novembro de 2010, às vésperas da subida do Bahia de volta à Série A:

Quando o Bahia subir

Quando o Coritiba subir, terá sido com raça e competência para não se deixar abalar por um rebaixamento no ano do centenário. Quando o Figueirense subir, ninguém estranhará receber um time bem organizado como ele na Série A. Se o América-MG subir, será a volta de uma camisa tradicional que já conheceu até a segundona do Mineiro. Se o Sport subir, o fará com uma arrancada irresistível, para devolver ao convívio dos maiores quem há pouco venceu a Copa do Brasil e fez belo papel na Libertadores. Se a Portuguesa subir, será com uma reta final daquelas de aposentar os matemáticos. Cada acesso terá sua história, seu mérito, seu valor. Mas hoje – com a permissão dos torcedores de todos os candidatos – eu quero falar do Bahia.

Tenho uma simpatia pelo tricolor da Boa Terra que vem dos tempos de criança. Gostava do uniforme, dos Ba-Vis, do ponta-direita Osni. Nos Gols do Fantástico, as cores das imagens que vinham de Salvador pareciam mais vivas e a rede da Fonte Nova demorava mais tempo a estufar. O Bahia, para mim, sempre foi um grande. E eu o vi mostrar essa grandeza a todo o Brasil em 1988, com a elegância sutil de Bobô que inspirou o verso de Caetano Veloso. (Aliás, esse título tem uma história que merece parênteses. Um conhecido jornalista do Rio de Janeiro, cobrindo a semifinal em Salvador, dizia a todos os motoristas de táxi, imitando a forma local de pronunciar o nome do time: “A imprensa carioca está com o Baêa!” Foi uma estratégia bem-sucedida para atrair a simpatia dos soteropolitanos, até a corrida em que o taxista respondeu: “(Piiii)-se, eu sou Vitória.”)

Então, aproveito para dizer que gostar do “Baêa” não é desmerecer o Vitória. É que o rubro-negro está onde merece, entre os grandes. Enquanto isso, o tricolor sofre o mais longo afastamento da Série A entre os times mais tradicionais do Brasil. Há trajetórias mais dramáticas, como a do Santa Cruz, que despencou para a Série D e de lá não consegue sair. Mas desde 1997 – quando foi rebaixado, menos de uma década depois de ser campeão -, o Bahia passou apenas quatro anos na Série A (à qual voltou via Copa João Havelange) antes de cair de novo e conhecer a Série C.

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Nessa acidentada trajetória, o tricolor perdeu jogos, perdeu a Fonte Nova (interditada por causa de um acidente num jogo em que conseguiu o acesso à Série B), perdeu credibilidade, mas não perdeu a torcida. Ao longo de uma década infeliz – em que não conseguiu se impor sequer no âmbito regional, conquistando apenas um Campeonato Baiano -, ficou claro que os torcedores eram seu maior patrimônio. Os gritos de “Baêa!” encheram estádios até na Série C. Uma vez escrevi que tamanho de torcida deveria ser contado no estádio, e por esse critério a do Bahia seria a maior do Brasil. (Era só uma licença poética, mas serviu para que eu fosse espancado em algumas comunidades na internet. Pois agora acrescento outra, mas dou o crédito para sermos linchados juntos: meu amigo Toninho Neves me disse que o Bahia é o time fora do eixo Rio-São Paulo que mais bota torcedores nos jogos fora de casa. Pronto, falei.)

Maior ou menor do que as outras, a torcida do Bahia já deu mostras da festa que fará quando seu time voltar à Série A. A recepção do time no aeroporto, depois da vitória sobre o Paraná, foi uma das imagens mais impressionantes do ano no futebol brasileiro. Não era o jogo da classificação. Era a trigésima segunda de 38 rodadas da Série B. E nem mesmo a liderança tinha sido conquistada. Mas o time chegou a Salvador nos braços do povo. Só faltou um caminhão do corpo de bombeiros – ou, sem medo de estereótipos, um trio elétrico – para o desfile triunfal. Era um anúncio, uma prévia das manifestações que estão por vir.

mascotePorque o Bahia vai subir. A falta de lógica do Campeonato Brasileiro, seja ele de Série A ou B, se esmera em desmentir garantias como essa (até hoje Paulo Cesar Vasconcellos tem de ouvir minhas provocações pela frase que repetia no Troca de Passes em 2007: “O Corinthians não vai cair!”). Mas eu me arrisco. Porque não é só matemática, é a paixão que está traçando o caminho da volta. O Bahia, que já era grande em 1959, quando deixou para trás o Santos de Pelé e conquistou a Taça Brasil (da qual seria ainda vice-campeão em 1961 e 63, perdendo para o mesmo Santos, porque ganhar de novo do time do Pelé era brabo), vai reencontrar seu lugar entre os maiores. Eu adoraria completar: para não mais sair. Mas isso, na situação atual do futebol brasileiro, não é fácil para ninguém.

Por enquanto, só dá para dizer que quando o Bahia subir vai ser lindo.

 

E foi. Foi lindo.

 

Trailler aqui: http://www.baheaminhavida.com.br/

Quantas horas tem um dia?

Eu estou vivendo uma fase… (procurei um adjetivo mas não encontrei) estranha interessante da vida no que diz respeito a tempo e horários.

Depois de defender a dissertação, arrumar os detalhes e entregar, garantindo o título de Mestre em Cultura e Turismo, ainda não arrumei um “emprego fixo”, o que significa duas coisas básicas:

1 – Não tenho horário fixo exigido pra nada, a não ser acordar às 5:30h, porque é o horário que Marido acorda, e os horários marcados com a Dra. Acupunturista, que sem ela eu não vivo mais.

2 – Não tenho dinheiro fixo no final do mês. Fotógrafo  só tem dinheiro quando trabalha, assessor de TIC também.

3 – Os trabalhos freelances tem prioridade sobre todo e qualquer horário, e podem acontecer (e geralmente acontecem) nos horários mais inusitados, tipo finais de semana, de manhã cedo, e até nas madrugadas (como diagramar fotolivros e editar fotos).

Mas, sabe que eu gosto? Acordo cedão, molho as plantas, tomo café com Marido e depois que ele sai eu dou uma geral na internet. Lá pelas 9h bate um sono desesperador, e se não tiver nenhum compromisso, me jogo na cama sem culpa. [Não é sempre que eu consigo fazer isso, mas quando consigo, é sem culpa mesmo.]

Sempre tem muita coisa pra fazer, cuidando de papi e mamis (se eu contar detalhes vocês nem vão acreditar…), procurar trabalhos – e executá-los, atualizar os 1488 blogs sob minha responsabilidade, cuidar de mim (dentista, fisio, pilates, revisões periódicas no endócrino…). O dia sempre parece pequeno, e geralmente entro pela madrugada, que na verdade é a hora em que produzo melhor. Marido não entende… e muitas vezes ele acorda no meio da madrugada, se assusta por não me ver na cama, e dá um grito, me chamando… e me dando um susto enorme, claro! Contrariada, vou pra cama brigar com Morpheu, que só gosta de mim de dia.

Então, com essa rotina tão … [insira aqui o adjetivo], eu ri muito quando recebi via e-mail o texto atribuído a Luís Fernando Veríssimo, “Exigências da vida moderna”, que segue transcrito  e comentado abaixo.

Exigências da vida moderna

Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro. E uma banana pelo potássio. E também uma laranja pela vitamina C. Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir o diabetes. Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água. E depois uriná-los, o que consome o dobro do tempo.

Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão). Cada dia uma Aspirina, previne infarto. Uma taça de vinho tinto também. Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso. Um copo de cerveja, para… não lembro bem para o que, mas faz bem.

O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber…
Todos os dias deve-se comer fibra. Muita, muitíssima fibra. Fibra suficiente para fazer um pulôver.

Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente. E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada. Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia. UFA!!! E não esqueça de escovar os dentes depois de comer. Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.

Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia.

Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma. Sobram três, desde que você não pegue trânsito.

As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia. Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora.

E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar das minhas amizades quando eu estiver viajando.

Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.

SE VC FOR MULHER, TEM QUE TIRAR AQUELE "TEMPINHO" PRO CABELO, DEPILAÇÃO, UNHA….

Ah! E o sexo!!!!
Todos os dias, um dia sim, o outro também, tomando o cuidado de não se cair na rotina. Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução.

Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação. Se tiver tem que brincar com ele, pelo menos meia hora todo dia, para ele não ficar deprimido…

Na minha conta são 29 horas por dia. A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo:

Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes ao mesmo tempo.

Chame os amigos e seus pais, seu amor, o sogro, a sogra, os cunhados…. Beba o vinho, coma a maçã e dê a banana na boca da sua mulher. Não esqueça do “EU TE AMO”. Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e se sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésio.

Agora você tá ferrado mesmo é se tiver criança pequena. Aí lascou de vez, porque o tempo que ia sobrar para você… já era. Criança ocupa um tempo danado. Agora tenho que ir.

Ah…não esquecer de ir nas reuniões do colégio, porque senão você não é um pai participativo.

É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro e correndo.

E já que vou, levo um jornal… Tchau….

Se sobrar um tempinho, me manda um e-mail, porque já viu né? quem não tem tempo pros amigos morre mais cedo….

Não tomo nada disso, odeio Yakult, tenho alergia a Aspirina, não bebo álcool e nem suporto o cheiro de cerveja. Já estou infartando??? As frutas eu como quando tem, a água acho que tomo mais que dois litros, mas dispenso o chá verde. Já o xixi… pergunta pras meninas da Mochilagem Fotográfica quantas vezes eu ia ao banheiro num dia!

As horas de TV pra mim não contam, porque NUNCA paro pra “assistir TV”. Ela fica lá, ligada, enquanto eu faço qualquer outra coisa: navego na net, blogo, leio, bordo, cuido das plantas, edito fotos… Acho uma perda total de tempo parar pra assistir TV. Já li mais jornal, hoje em dia pego pouco nos jornais de papel, me informo mais pela grande rede.

Cuidar das amizades é algo que faço com prazer, acho que é por isso que tenho bons amigos, na vida real e na virtual também.  Já a parte dos serviços domésticos eu passo. Não, não passo roupa a ferro, eu “passo” a vez pra Michela. E como já não tenho crianças ou bichinhos de estimação… escapo dessa parte também.

Considerando o exposto, acho que meu dia cabe, sim,  em 24h, eu é que não sei administrá-las… Shame on me!!!

Hoje é dia de falar da perda…

Há pouco tempo perdi uma amiga, que foi minha endocrinologista nem na época em que precisei retirar a tireóide porque lá estava instalado um nódulo ”com aspecto ruim”. Aninha, ou melhor, Dra. Ana Lucia Sampaio foi uma pessoa daquelas pra nunca ser esquecida. Não somente pelo que era, mas pelo que fazia e pela maneira como vivia.

Mulher de fé inabalável, enfrentou um câncer de mama que depois se espalhou por outros órgãos e a levou de nós muito precocemente. No dia da sua morte, uma de suas sobrinhas, Ísis, que estava beeeem longe, enviou por e-mail um texto que, com a devida permissão da autora, reproduzo aqui. E faço isso exatamente hoje, porque novamente estou passando pela dor de perder alguém querido, e alguém muito querido por pessoas que me são caríssimas.

Ísis conseguiu colocar em palavras um sentimento que seu que é encontrado nos corações de todos os que vivem o sentimento de perda de alguém amado. Hoje partiu a mãe da minha médica-irmã-melhoramiga, como um passarinho: dormindo e serena. E creio que essas palavras são bem apropriadas para o momento.

“Como é difícil a distância das pessoas que você mais ama na vida… Mais difícil ainda é quando o momento é delicado e as impossibilidades da circunstância não te conduzem para perto delas.

A vida é mesmo um mistério, cheia de encontros e desencontros, de angústias e felicidades, de dores e superações. Mas hoje, a verdade é que eu tive a convicção de que nós, seres humanos imperfeitos, temos muito medo das certezas. Quando nos é perguntado qual é a única certeza da vida, respondemos prontamente que é a morte e assim vamos vivendo os nossos dias perguntando sempre o que será que acontece depois que esse frágil fio entre os dois lados se rompe. E sim, temos medo de morrer e temos mais medo ainda de perder quem a gente ama profundamente. Por isso, digo que temos medo do que pode ser certeza… A certeza angustia, causa temor e a nossa única certeza no mundo faz com que a gente crie outras incertezas daquilo que pode (ou não) vir a acontecer.

Diante de toda essa reflexão louca, só existe uma coisa que podemos nos apegar: a fé! A fé independe da religião… A fé é algo que vem depositado dentro de nós e que vai aos poucos sendo cultivada de maneiras diferentes ao longo da vida. Entretanto, nas horas de muita dor, somos egoístas e nunca queremos perder aqueles que estão ao nosso lado mesmo que eles sofram e tenham dores corporais tão insuportáveis que pedem a Deus que os levem, por acreditarem que ao cruzar esse linha, haverá a continuação da vida repleta de luz, onde as dores físicas jamais voltarão a existir.

Assim, perdemos mais uma pessoa que amamos… Uma pessoa cujo olhar transmitia bondade e que a sua superação unida a sua fé foi o maior exemplo que ela pode deixar para todos nós. Tia Aninha era boa por essência, ela não tinha medo de morrer e quis ter essa sobrevida para que todos pudessem ir aos poucos se acostumando com a sua ausência aqui na Terra.

E quem irá dizer que daqui pra frente será fácil? Jamais será! Minha avó vive agora a dor que toda e qualquer pessoa tem medo de viver, que é a dor de perder um filho… Mas vó, mesmo longe o meu coração é entregue totalmente a senhora, porque sei que a sua fé é maior que o seu medo. Além disso, o amor que a cerca é tão imensurável que não cabe em nenhuma descrição que eu possa tentar fazer.

Aos meus tios e tias (e também ao meu pai e mãe), o vazio que o irmão deixa não deve ter preço, porém, vocês agora mais do que nunca são as grandes razões para que o sorriso da minha avó volte a brilhar no rosto.

A nós, netos tão queridos, a missão de trazer de volta a esperança da ampliação da nossa família, para mostrar o poder cíclico, em que muitos vão, mas muitos também chegam para trazer novas emoções a vida dos que aqui ficam.

É com muita dor que sinto saudades de todos e que gostaria muito de poder abraçar, beijar e consolar (além de ser consolada) cada um de vocês. Mas a vida não é da maneira que a gente acha que vai ser e nesse momento não pude ficar ao lado dos que mais amo. Contudo, toda a distância e o momento de dor me fazem ver que o amor que sinto por cada um de vocês vai além do que eu poderia imaginar – e olhem que eu já achava que amava infinitamente e agora sei que se existe algo além do infinito é o meu amor pela minha família. Fico animada em saber que somos uma família de verdade e que juntos vamos superar a dor que a única certeza da vida nos causa… Vamos em frente, com a fé de que Deus é bom e levou tia Aninha para perto dele e que de lá do céu ela vai consolar os nossos corações, pois, enquanto vivermos guardaremos dela apenas lembranças bonitas e positivas.

Força, minha família! Não estamos na vida para entender os planos de Deus… Estamos aqui para seguir aquilo o que Ele ensinou a nós!

Amo vocês!

Beijos chorosos e cheios de saudades…

Isis Lavigne de Melo Sampaio”

As situações foram diferentes, porque D. Nadir não estava doente, apesar de idosa. Estava feliz, vendo muitos de seus sonhos se tornarem reais, e ainda fazendo planos para a vida. Ninguém imaginava que isso pudesse acontecer assim, num repente, como foi. Dormiu tranquila e feliz, e não acordou. ;filhos, genros, noras, netos, irmãs, amigos e amigas… todos vamos sentir muita falta daquela que era um exemplo de sinceridade, de fé e de amor ao próximo. Stela, Mili, Dan e Deco, vocês hoje têm completamente o meu coração em solidariedade, cheio de dor, da dor da saudade e da dor de ver sofrer quem a gente ama,

É isso, gente, o carrinho da montanha russa não pára, assim como o tempo.

Nadir