140 é pouco…

Estou me referindo aos 140 caracteres do twitter. Não nego que blogo por gosto, por paixão, com prazer. Mas o danado do passarinho desafoga a gente na hora de postar “ao vivo”, ou de repartir coisas sobre as quais não se precisa (ou não se pode, por qualquer motivo) falar muito. E pelo celular, então… fica muito mais fácil.

Durante a viagem ao Rio percebi que o deixoler no wordpress não estava funcionando bem, recebia somente o título do post, já o deixoler no blogspot publicava numa boa [tinha somente um limite no tamanho do e-mail, mas isso é culpa do meu smartphone-não-tão-smart-assim]. Assim, alguns posts da viagem ficaram somente no blogspot, vou publicá-los com data retroativa no WP, mais tarde. Só que bem no dia do MEU ANIVERSÁRIO, 12 de maio, o dia mais lindo do ano, o Mr. Blogger resolveu fazer uma manutenção programada durante a madrugada e algo deu errado, mas muito errado mesmo, ao ponto de sumirem todos os posts publicados no dia 12 e seus respectivos comentários. Quem assina os feeds recebeu normalmente, como recebi no Google Reader os posts-presentes vindos da Jady (aqui) e da Patrícia Daltro (aqui), mas só pude ver à noite, quando cheguei “em casa”, pois meu smartphone-não-tão (vocês sabem) não abre todo tipo de página. Recebi, via e-mail, de Rose o post que publiquei na maior secura, quando ela disse que não conseguiu publicar no blog dela (e sumiu também, mas depois voltou). Nessa confusão toda, não pude deixar de lembrar de dois grandes amigos blogueiros que AINDA não conheço pessoalmente e também celebram a vida nesse dia. Ernani e Alcyone, também escreveram em seus blogs sobre seus dias especiais (veja o dele aqui e o dela aqui), parabéns pra nós todos!!! \o/

Bom, mas eu estava falando sobre publicar em viagens, blog, twitter e afins. E queria dizer o quanto aproveitei esta semana na Cidade Maravilhosa com Marido e com os amigos queridos que encontrei… pois é nessa hora que fica mais visível o quão insuficientes são os 140 caracteres. Talvez até aqui mesmo eu precise fazer em capítulos… e vocês vão esperar e entender, não vão? (Pelo tamanho, este post já estava bom de terminar, né? Mas, quem disse? Eu ainda não disse nada do que queria… hahahaha)

Então. (Odeio quem começa uma frase dizendo “Então.”) A viagem foi um desafogar de estresses e cansaços variados acumulados durante o ano, juntando com a comemoração do meu aniversário e da defesa da dissertação. Motivos não faltaram pra viajar… e mais ainda quando as pessoas envolvidas são, como nós, de espírito aventureiro, que programam tudo mas deixam sempre a porta aberta para novas experiências! Olha que a vida tem nos presenteado com belos complementos aos nossos planos!

Passamos uma semana no Rio, e os planos eram de ficar na casa de Mercedes e contar com a companhia dela para os passeios, já que é daquelas pessoas que conhecem e amam a cidade. Mas esta parte do plano deu errado, ela precisou vir pra Salvador e… ficamos na casa dela SEM ELA, mas com Ju e Nelson (filha e genro), que não estavam de férias então não podiam nos acompanhar nas aventuras turísticas e Tila, que conseguiu nos encaixar na sua programação intensa. Podia parecer que ia “dar errado”, mas não deu! Foi tudo PERFEITO! Apesar da vida corrida, Nelson e Ju ainda conseguiram sair conosco à noite, inclusive indo à ópera no Municipal ontem. Tila passeou conosco numa tarde chuvosa que rendeu visita a duas exposições que merecem – e terão – um post específico: Fernando Pessoa e Retratos de uma Guerra Surda, além de fotografar cotias, gatos, patos e cavalos na Praça da República (acreditem, essas espécies vivem em perfeita harmonia), e muitas risadas, além de um almoço delicioso na Casa Velha da Av. Rio Branco.

Estou vendo que vai ser mesmo em capítulos, porque o dia que passamos com Pat daria quase um livro e o dia que passamos com Jucemir daria um filme. E nada de fotos, por enquanto, ainda preciso compactar e organizar todas. Mas resumindo, passamos dias deliciosos, com tudo conspirando a favor: Choveu, mas não nos impediu de fazer nada, só a Quinta da Boa Vista é que ficou pra próxima. Não fez calor demais, comemos MUITO BEM, aliás, outro post específico é sobre o “turismo gastronômico” que fizemos, sem absolutamente culpa alguma, já que gastei calorias pra caramba nas caminhadas intermináveis pelo centro do Rio ou pelos calçadões de Copacabana, Ipanema e Leblon.

Tiramos muitas fotos, (até já mandei via e-mail pra algumas pessoas as fotos da minha festa de aniversário no Bar das Quengas, na Lapa), passeamos, rimos, temos uma pá de coisas pra guardar na memória… E tomei uma decisão: Começou sem querer, mas desde o meu “terceiro quinze anos” que comemoro viajando, e vai continuar sendo assim. Aniversário ao estilo cigano, que dura uma semana (ou mais). E o maior dos presentes que ganhei neste ano cabalístico em que tenho o dobro da idade da minha filha e o inverso da idade de Marido foi esta sensação de felicidade e paz. Em off: manter bem escondidinha a certeza de que se o carrinho da montanha russa subiu, uma hora ele desce. Mas isso é outro papo.

4.6 = Potência Total!

Reclamando no twitter

Que estou me sentindo exausta, cansada, etc, etc, etc, todo mundo já sabe. O que nem todo mundo sabe é que eu estou sobrevivendo à base de energéticos. Comecei com Red Bull, mas o mês passado, enquanto fazia compras no Makro, uma jovem simpática me ofereceu Bivolt para degustação. Gostei, e comprei um pacote com 12 garrafinhas de 250ml, que tomei diariamente.

Se faziam efeito? Bom, até hoje eu achava que sim*, embora achasse estranho tomar o treco todos os dias e ainda dormir tanto durante o dia quanto à noite. Mas, enfim…

Depois que as primeiras acabaram, comprei mais 12 garrafinhas de Bivolt no Supermercado Itão, em Ilhéus – BA, no domingo, dia 5 de dezembro e coloquei todas na geladeira.

Fui tomando, à medida em que precisei e no dia 08/12 peguei uma das garrafinhas e senti que estava mais leve que o normal. Como o rótulo cobre completamente a visão do líquido, antes de romper o lacre (não rompi até agora) cortei o plástico do rótulo com uma tesoura e vi que estava abaixo da metade. Cortei outro rótulo, e vi que felizmente era uma garrafinha só.

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Avaliei que, estando lacrada, não cabia reclamar ao vendedor, e sim ao fabricante. Fotografei e postei no twitter, direcionando ao @bivoltpower,  no próprio dia 8, e por diversas vezes cobrei uma posição da empresa:

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Mandei e-mail, como eles pediram, contando toda a saga da garrafinha pela metade, incluindo as fotos. Responderam, pedindo desculpas pela demora, e assumindo que estavam “iniciando o processo de comunicação pelas redes sociais e assim, não foi tão rápido o retorno”  e dizendo que iam repor. E eu tuitei sobre:

 

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Daí que hoje pela manhã a campainha tocou. Era um motoboy trazendo UMA garrafinha de 250ml de Bivolt. Eu levei a outra, imaginando que era pra ser uma troca, mas o motoboy disse que não ia receber, que “não disseram nada sobre o assunto”.

É, a @bivoltpower até tentou, mas escorregou em cascas de banana pelo caminho. Demorou 5 dias pra dar qualquer retorno via twitter, que trabalha em tempo real,  e quando se dispõe a “repor”, o faz com uma única embalagem, de uma maneira tão simplória, que até parece que eu estava reclamando por R$ 2,74 que paguei pela dita cuja. Eles precisavam era manter o consumidor satisfeito, e aproveitar a situação para reverter a má impressão. Nem vou comentar os erros básicos de português nos e-mails, mas a falta de postura no geral: principalmente mandar “repor a embalagem” por um motoboy que nem é funcionário da empresa, e nem levar a embalagem problemática para fazer um tipo de análise buscando a causa do problema, para que não aconteça outras vezes. Além disso,  nem pra mandar um pacote completo ou uma garrafa de 2 litros, né? (hehehe)

 

* Hoje fui no Dr. Gineco, reclamar dessa exaustão, do cansaço excessivo e tal… e ele me deu bronca por ter suspendido por conta própria o gelzinho de estradiol, e disse que é por isso que estou desse jeito. Falei pra ele que estava sobrevivendo à base de energéticos, e ele: “Sem os hormônios, você pode tomar qualquer coisa, que não vai melhorar.” Então… gelzinho na coxa, a partir de hoje, ad infinitum!